{"id":3291,"date":"2016-12-15T10:34:29","date_gmt":"2016-12-15T10:34:29","guid":{"rendered":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/?p=3291"},"modified":"2017-04-13T19:59:39","modified_gmt":"2017-04-13T19:59:39","slug":"alternativas-naturais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/noticias\/alternativas-naturais\/2016\/12\/","title":{"rendered":"SA\u00daDE | ALTERNATIVAS NATURAIS"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisa busca formas de reduzir o uso de drogas veterin\u00e1rias contribuindo para a melhoria da sa\u00fade animal<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3292 size-full\" src=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-10.jpg\" alt=\"2016_12-10\" width=\"768\" height=\"546\" srcset=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-10.jpg 768w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-10-300x213.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p>O uso inadequado ou indiscriminado de medicamentos veterin\u00e1rios na produ\u00e7\u00e3o animal aumenta os riscos associados \u00e0 resist\u00eancia aos antibi\u00f3ticos e antiparasit\u00e1rios e as chances de surgimento e propaga\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias e parasitas resistentes. Para combater essa tend\u00eancia, a Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste tem feito estudos com homeopatia, fitoterapia, adi\u00e7\u00e3o de mineral e controle biol\u00f3gico. Algumas pesquisas j\u00e1 foram conclu\u00eddas, como homeopatia e utiliza\u00e7\u00e3o de ze\u00f3lita, um tipo de mineral para controle da diarreia em bezerros.<br \/>\nDe acordo com a pesquisadora da Embrapa Ana Carolina Chagas, al\u00e9m dos riscos da resist\u00eancia, existe o perigo de res\u00edduos em produtos animais, como na carne e no leite, com preju\u00edzos \u00e0 sa\u00fade humana e ao ambiente. \u201cNormalmente, as doen\u00e7as dos bovinos s\u00e3o tratadas com antibi\u00f3ticos. Mas a maioria das bact\u00e9rias ou parasitas j\u00e1 est\u00e1 bastante resistente aos medicamentos. A tend\u00eancia \u00e9 a droga veterin\u00e1ria n\u00e3o funcionar ou funcionar parcialmente\u201d, explica.<br \/>\nQuando isso ocorre, segundo a pesquisadora, muitos produtores aumentam a dose do medicamento, diminuem o intervalo de aplica\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o respeitam o per\u00edodo de car\u00eancia do abate ou de venda do leite. Dessa forma, existe risco de intoxica\u00e7\u00e3o animal e res\u00edduos de drogas veterin\u00e1rias nos alimentos.<br \/>\nO projeto Verdevet desenvolve pesquisas para reduzir o uso de drogas em bovinos de leite no controle de tr\u00eas doen\u00e7as principais que afetam o rebanho: diarreia de bezerros, carrapato e mastite. Tratamentos alternativos e boas pr\u00e1ticas de manejo t\u00eam apresentado resultados promissores.<br \/>\n<strong>\u00a0<\/strong><br \/>\n<strong>Experimento com homeopatia preveniu diarreia\u00a0<\/strong><br \/>\nNo Sistema de Produ\u00e7\u00e3o de Leite, foi conduzida pesquisa com homeopatia preventiva e adi\u00e7\u00e3o do mineral ze\u00f3lita em bezerros. A formula\u00e7\u00e3o da homeopatia foi composta de Arsenicum alb 12 CH, Nux vomica 12 CH, Podophyllum 12 CH, Carbo Vegetabilis 12 CH e Chino 12 CH. Cerca de 25% dos animais tratados com homeopatia n\u00e3o tiveram nenhuma ocorr\u00eancia de diarreia no per\u00edodo do experimento.<br \/>\nEm fevereiro de 2015, a pesquisadora Teresa Cristina Alves iniciou os testes com 37 animais da ra\u00e7a Holandesa e cruzamento de holand\u00eas com jersey, sendo 19 machos e 18 f\u00eameas do primeiro dia de vida at\u00e9 o 60\u00ba dia.<br \/>\nAs primeiras duas semanas de vida s\u00e3o as mais cr\u00edticas para ocorr\u00eancia de diarreia no animal, quando seu sistema imunol\u00f3gico ainda n\u00e3o est\u00e1 estabilizado. De acordo com Alves, \u00e9 nesse per\u00edodo que mais se perde animais por causa da doen\u00e7a. Al\u00e9m disso, a debilidade o deixa suscet\u00edvel a adquirir outras infec\u00e7\u00f5es e retarda o desenvolvimento do filhote.<br \/>\nPara o experimento, ap\u00f3s o nascimento, os filhotes foram separados em tr\u00eas grupos: um para controle, com 13 bezerros; outro grupo tratado com homeopatia, tamb\u00e9m com 13; e um terceiro com 11 animais, que receberam aditivo mineral.\u00a0No primeiro dia, todos os animais receberam o colostro. A partir do segundo, passavam a receber o leite. No grupo de controle, apenas leite; no da homeopatia, o leite dilu\u00eddo com a f\u00f3rmula homeop\u00e1tica; no outro grupo, leite misturado com o aditivo mineral.<br \/>\nA pesquisa observou diariamente as fezes dos bezerros \u2013 consist\u00eancia, cor, odor e presen\u00e7a de sangue. Tamb\u00e9m foram avaliadas as condi\u00e7\u00f5es gerais, como hidrata\u00e7\u00e3o e apatia, para verificar doen\u00e7as. Semanalmente, os animais eram pesados para an\u00e1lise do ganho de peso e a cada 15 dias era feita a coleta de sangue para realiza\u00e7\u00e3o do exame hemat\u00f3crito.<br \/>\nEm casos de diarreia no grupo tratado com homeopatia preventiva, o animal era medicado com uma f\u00f3rmula homeop\u00e1tica e soro caseiro para mant\u00ea-los hidratados. Apenas usava-se a medicina alop\u00e1tica caso o bezerro n\u00e3o apresentasse melhora ap\u00f3s 24 horas.<br \/>\nNos outros grupos, o veterin\u00e1rio orientava o tratamento adequado. \u201c\u00c9 claro que, no grupo da homeopatia, se o caso fosse muito grave, usar\u00edamos o produto alop\u00e1tico, porque precisamos manter o bem-estar dos animais. Mas n\u00e3o ocorreu nenhum caso aqui\u201d, conta a pesquisadora.<\/p>\n<p><strong>Resultados<\/strong><br \/>\nCerca de 25% dos animais tratados por meio da homeopatia preventiva n\u00e3o apresentaram nenhum caso de diarreia no per\u00edodo investigado. O resultado \u00e9 bastante positivo. Nos outros dois grupos, todos os animais tiveram uma ocorr\u00eancia, pelo menos, de diarreia no transcorrer da pesquisa.<br \/>\nAl\u00e9m da sa\u00fade e bem-estar, o resultado reflete diretamente no bolso. O custo com\u00a0 animais que n\u00e3o tiveram diarreia foi bem menor. \u201cA economia foi em torno de R$ 10 por indiv\u00edduo s\u00f3 com uso de medicamentos. Para quem trabalha com grande n\u00famero de bezerros, a redu\u00e7\u00e3o \u00e9 significativa\u201d, explica Alves. Al\u00e9m disso, n\u00e3o se pode ignorar a otimiza\u00e7\u00e3o do tempo com m\u00e3o de obra e contrata\u00e7\u00e3o de profissionais. E o mais importante foi a preven\u00e7\u00e3o. \u201cConseguimos prevenir e reduzir o uso de antibi\u00f3ticos\u201d, afirma.<br \/>\nO grupo que recebeu o mineral ze\u00f3lita n\u00e3o apresentou redu\u00e7\u00e3o nos casos de diarreia. No entanto, a an\u00e1lise de amostras do intestino delgado, por meio de Microscopia Eletr\u00f4nica de Varredura (MEV), demonstrou melhor preserva\u00e7\u00e3o do epit\u00e9lio intestinal, diminuindo a frequ\u00eancia de diarreia. O objetivo da an\u00e1lise foi constatar se os tratamentos com homeopatia e mineral teriam alguma influ\u00eancia na preserva\u00e7\u00e3o do epit\u00e9lio das tr\u00eas por\u00e7\u00f5es do intestino delgado, poupando o animal de mais ocorr\u00eancias de diarreia.<br \/>\nSegundo a pesquisadora L\u00e9a Chapaval, quando ocorre diarreia, h\u00e1 destrui\u00e7\u00e3o do epit\u00e9lio intestinal, devido ao aumento do fluxo de \u00e1gua para dentro da c\u00e9lula e da frequ\u00eancia de ocorr\u00eancia da doen\u00e7a: \u201cCom isso, h\u00e1 altera\u00e7\u00e3o histol\u00f3gica e desequil\u00edbrio da flora microbiol\u00f3gica nesse local\u201d.<br \/>\nAs c\u00e9lulas do epit\u00e9lio s\u00e3o respons\u00e1veis pela absor\u00e7\u00e3o dos alimentos e produ\u00e7\u00e3o das enzimas digestivas. A a\u00e7\u00e3o patog\u00eanica deve-se \u00e0 elimina\u00e7\u00e3o da camada superficial da mucosa intestinal, que n\u00e3o consegue mais absorver os alimentos. No caso das an\u00e1lises, ocorreram altera\u00e7\u00f5es histol\u00f3gicas no epit\u00e9lio intestinal nos animais tratados com homeopatia e com mineral, por\u00e9m bem menor do que no grupo controle. O resultado foi positivo, j\u00e1 que, pela avalia\u00e7\u00e3o, os dois tratamentos protegeram o epit\u00e9lio intestinal dos animais.<\/p>\n<p><strong>Manejo<\/strong><br \/>\nOutra medida importante e que contribui muito para redu\u00e7\u00e3o da diarreia em bezerros \u00e9 o manejo adequado. Uma alternativa simples e com custos baixos. Para a pesquisadora Teresa Alves, o primeiro passo \u00e9 garantir que o animal receba o colostro nas primeiras seis horas de vida.<br \/>\nA higiene tamb\u00e9m pode evitar a doen\u00e7a. Deve-se higienizar os equipamentos usados para fornecimento de leite. Em caso de mamadeira, utilizar um bico para cada bezerro ou lavar antes de dar a outro filhote. Assim evita-se a transmiss\u00e3o dos microrganismos.<br \/>\nO comedouro e o bebedouro precisam estar sempre limpos. \u201cAqui na Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, elevamos os bebedouros e comedouros para evitar sujeira. No ch\u00e3o, o bezerro pisa e defeca no local, contaminando a comida e a \u00e1gua. Os microrganismos multiplicam-se e, consequentemente, aparece a diarreia\u201d, explica Alves.<br \/>\nOutra a\u00e7\u00e3o de extrema import\u00e2ncia \u00e9 separar os animais para evitar contato entre eles para n\u00e3o ocorrer contamina\u00e7\u00e3o cruzada. Os animais que apresentam sintomas da doen\u00e7a devem ser isolados para n\u00e3o transmitir aos outros. \u00c9 importante o acompanhamento de um m\u00e9dico veterin\u00e1rio em casos de contamina\u00e7\u00e3o do rebanho.<br \/>\n\u00c9 recomendado controlar a contamina\u00e7\u00e3o do local onde os filhotes ficam, pois a umidade e a sujeira aumentam a prolifera\u00e7\u00e3o dos agentes transmissores. \u201cDeve-se estar atento aos fatores que aumentam o risco de ocorr\u00eancia da diarreia, tais como esta\u00e7\u00e3o de nascimento, peso p\u00f3s-parto e necessidade de tratamento para outras doen\u00e7as antes de duas primeiras semanas de vida dos bezerros\u201d, ressalta Ana Carolina.<br \/>\nEssas atitudes, associadas \u00e0s medidas preventivas, reduzem significativamente as chances de o bezerro ser infectado com a doen\u00e7a e reduzem os preju\u00edzos f\u00edsicos e financeiros que a diarreia pode causar. Os pesquisadores se dedicam agora a avaliar o uso de medicamentos homeop\u00e1ticos para preven\u00e7\u00e3o de mastite e controle de carrapato.<\/p>\n<p><strong>Uso respons\u00e1vel<\/strong><br \/>\nAs condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas brasileiras favorecem a reprodu\u00e7\u00e3o de parasitas, a prolifera\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias e de organismos que causam doen\u00e7as em animais. Tal fato, segundo a pesquisadora Ana Carolina, contribui para o uso intenso de drogas veterin\u00e1rias. Na maioria das vezes, o tratamento com medicamentos \u00e9 realizado sem consulta a especialistas e de forma indiscriminada. \u201cAs pessoas, infelizmente, n\u00e3o procuram informa\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, n\u00e3o consultam veterin\u00e1rios ou t\u00e9cnicos que poderiam orientar melhor na escolha desses medicamentos e como usar adequadamente. Muitas vezes, trocam os produtos sem ter ideia das consequ\u00eancias aos animais e ao meio ambiente\u201d, destaca Ana Carolina Chagas.<br \/>\nAlternativas mais naturais, como a fitoterapia, a homeopatia e o uso de minerais, podem contribuir para a melhoria da sa\u00fade animal e, ainda, reduzir a utiliza\u00e7\u00e3o de antibi\u00f3ticos e antiparasit\u00e1rios, prolongando a vida \u00fatil dos produtos comerciais hoje dispon\u00edveis e diminuindo os riscos da resist\u00eancia e contamina\u00e7\u00e3o ambiental.<\/p>\n<p><em>Foto Gisele Rosso<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-3293 size-full\" src=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-11.jpg\" alt=\"2016_12-11\" width=\"600\" height=\"399\" srcset=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-11.jpg 600w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2016\/12\/2016_12-11-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Sistema de cria em estacas diminui incid\u00eancia de diarreia em bezerras<\/strong><\/h3>\n<p>A diarreia est\u00e1 entre as principais causas de morte de bezerras, trazendo preju\u00edzos para os produtores de leite, tanto pela perda de futuras vacas como pela necessidade de utiliza\u00e7\u00e3o de medicamentos. Uma t\u00e9cnica de manejo que vem sendo testada na Embrapa Pecu\u00e1ria Sul est\u00e1 alcan\u00e7ando bons resultados na diminui\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de diarreia: o sistema de cria em bezerras em estacas. Segundo Renata Su\u00f1\u00e9, pesquisadora desse centro da Embrapa, essa pr\u00e1tica j\u00e1 \u00e9 utilizada por produtores do Uruguai e h\u00e1 cerca de dez anos \u00e9 testada experimentalmente em Bag\u00e9 (RS).<br \/>\nNo sistema de cria em estacas, a bezerra \u00e9 apartada da m\u00e3e logo ap\u00f3s o nascimento e presa em uma estaca em local sombreado com \u00e1rvores ou sombrite. Com uma corda de cerca de 2,5 metros, o animal tem espa\u00e7o para se movimentar e o leite \u00e9 servido em balde colocado em um arco pr\u00f3ximo \u00e0 estaca. Na primeira semana tamb\u00e9m come\u00e7am a ser oferecidos concentrados, em pequena quantidade, e feno, que fica no espa\u00e7o entre duas estacas.<br \/>\nDe acordo com Renata, pelo fato de as bezerras n\u00e3o estarem em contato direto com outros animais, como nos sistemas convencionais de cria, diminui muito a incid\u00eancia de diarreia causada por cont\u00e1gios. \u201cQuando o animal fica doente, o tratamento \u00e9 individualizado, diminuindo a necessidade de uso de medicamentos de forma mais ampla\u201d, complementa. Em sistemas convencionais, a aglomera\u00e7\u00e3o de animais e a umidade que pode estar no local onde s\u00e3o mantidos s\u00e3o determinantes na incid\u00eancia de diarreias e pneumonias. Isso leva a um baixo desempenho dos animais, al\u00e9m de gastos com medicamentos e preju\u00edzos com a morte de bezerras.<br \/>\nPara avaliar a aplica\u00e7\u00e3o desse sistema, foram instaladas tr\u00eas Unidades de Refer\u00eancias Tecnol\u00f3gicas (URTs) no Munic\u00edpio de Santana do Livramento, que fazem parte do Verdevet. O objetivo \u00e9 avaliar os resultados da aplica\u00e7\u00e3o desse manejo em sistemas de produ\u00e7\u00e3o. Segundo Renata, al\u00e9m da diminui\u00e7\u00e3o de diarreia e do uso de medicamentos, outra vantagem com a cria de bezerras em estacas \u00e9 um maior ganho de peso. \u201cNos experimentos que fizemos, constatamos um ganho de peso em m\u00e9dia 28%, quando comparados com os sistemas convencionais\u201d, declara.<br \/>\nPara Nilton Soares Garcia, pequeno produtor de leite e propriet\u00e1rio da fazenda onde est\u00e1 instalada uma das URTs, a primeira experi\u00eancia com a ado\u00e7\u00e3o do sistema foi bastante positiva. \u201cO que mais me chamou a aten\u00e7\u00e3o foi o desenvolvimento da bezerra. Em quatro meses desde que come\u00e7amos, o animal teve um ganho de peso bem maior e vai poder entrar no sistema de produ\u00e7\u00e3o mais cedo\u201d, ressaltou Garcia, que produz leite em uma propriedade de 14 hectares, onde atualmente mant\u00e9m um plantel de sete vacas em lacta\u00e7\u00e3o. Renata diz que o maior ganho de peso \u00e9 em decorr\u00eancia do desenvolvimento mais acelerado do r\u00famen e a alimenta\u00e7\u00e3o com concentrados e pasto mais cedo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa busca formas de reduzir o uso de drogas veterin\u00e1rias contribuindo para a melhoria da sa\u00fade animal<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":3292,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[7,12],"tags":[],"class_list":["post-3291","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3291","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3291"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3291\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3752,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3291\/revisions\/3752"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3292"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3291"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3291"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3291"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}