{"id":4820,"date":"2017-12-16T11:30:15","date_gmt":"2017-12-16T11:30:15","guid":{"rendered":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/?p=4820"},"modified":"2018-02-10T10:26:23","modified_gmt":"2018-02-10T10:26:23","slug":"voce-ja-esta-preparado-para-o-verao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/saude\/voce-ja-esta-preparado-para-o-verao\/2017\/12\/","title":{"rendered":"VOC\u00ca EST\u00c1 PREPARADO PARA O VER\u00c3O?"},"content":{"rendered":"<p><em>Altas temperaturas e elevada umidade do ar podem ocasionar s\u00e9rios problemas na fazenda<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>Com elevadas temperaturas e alta umidade do ar, o ver\u00e3o requer aten\u00e7\u00e3o especial dos produtores de leite. A esta\u00e7\u00e3o mais quente do ano come\u00e7a no dia 21 de dezembro de 2017 estendendo at\u00e9 o dia 20 de mar\u00e7o de 2018 e os criadores devem estar atentos aos animais para evitar o estresse t\u00e9rmico, um mal que causa grandes preju\u00edzos. <\/em><br \/>\n<em>A edi\u00e7\u00e3o do JORNAL HOLAND\u00caS traz importantes dicas de como identific\u00e1-lo e seus impactos na produ\u00e7\u00e3o. Especialista revela sua experi\u00eancia em terras italianas e aproveitando o tempo de chuva trazemos alertas sobre os raios que s\u00e3o frequentes principalmente em zona rural. Aproveite as dicas e se prepare para o ver\u00e3o!<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MioloBigodeMiolo\"><strong><span lang=\"EN-GB\">IDENTIFICANDO O ESTRESSE T\u00c9RMICO EM VACAS LEITEIRAS<\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"MioloBigodeMiolo\">O estresse cal\u00f3rico \u00e9 sentido tanto por n\u00f3s quanto pelos animais, sendo um tema de extrema import\u00e2ncia, pois influi diretamente na produtividade dos animais. O termo estresse pode ser aplicado a qualquer mudan\u00e7a ambiental suficientemente severa para introduzir respostas que afetam a fisiologia, comportamento e produ\u00e7\u00e3o animais. O estresse cal\u00f3rico ocorre quando a taxa de ganho de calor de um animal excede a de perda, fazendo com que o mesmo saia de sua zona de conforto t\u00e9rmico. Desta forma, s\u00e3o necess\u00e1rios ajustes no comportamento e\/ou fisiologia do animal.<br \/>\nAs vacas de leite apresentam uma faixa de temperatura ambiente na qual se encontram em conforto t\u00e9rmico denominada zona de termoneutralidade. Nesta zona, o sistema termorregulador do animal n\u00e3o \u00e9 acionado, seja para capturar ou dissipar calor. Assim, o gasto de energia para manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 m\u00ednimo, resultando em m\u00e1xima efici\u00eancia produtiva, sendo considerada \u00e0 faixa de temperatura \u00f3tima para a produ\u00e7\u00e3o animal. Abaixo desta faixa de temperatura, a vaca entra em estresse pelo frio, e acima, em estresse pelo calor.<br \/>\nOs animais homeot\u00e9rmicos, ou seja, de sangue quente, mant\u00eam sua temperatura corporal atrav\u00e9s do equil\u00edbrio entre o calor produzido pelo metabolismo e o fluxo de calor perdido para o ambiente. H\u00e1 uma significativa diferen\u00e7a entre animais zebu\u00ednos, animais taurinos (europeus) e seus mesti\u00e7os. Alguns autores citam que a zona de conforto t\u00e9rmico para zebu\u00ednos est\u00e1 entre 10\u00baC e 27\u00baC, taurinos entre 0\u00baC e 16\u00baC. Para os mesti\u00e7os h\u00e1 cita\u00e7\u00f5es menos definidas com valores entre 5\u00baC e 31\u00baC. A partir desses valores podemos perceber que animais europeus est\u00e3o mais suscept\u00edveis ao estresse cal\u00f3rico.<br \/>\nA maior susceptibilidade \u00e0 temperatura \u00e9 explicada no caso das ra\u00e7as especializadas em produ\u00e7\u00e3o de leite, pelo grande metabolismo basal desses animais e tamb\u00e9m pela inefici\u00eancia em perder calor quando comparada a zebu\u00ednos. Esses animais apresentam maior consumo de mat\u00e9ria seca para manter altas produ\u00e7\u00f5es e, consequentemente, metabolismo mais acelerado e menor efici\u00eancia em dissipar o calor produzido. Com a menor capacidade de dissipa\u00e7\u00e3o de calor, as vacas elevam sua temperatura corp\u00f3rea com maior facilidade e perdem calor para o meio ambiente com maior dificuldade. O resultado final \u00e9 o maior ac\u00famulo de calor, podendo ocorrer mais facilmente o estresse t\u00e9rmico.<br \/>\nA primeira altera\u00e7\u00e3o que se pode observar em animais com estresse t\u00e9rmico \u00e9 o aumento da frequ\u00eancia respirat\u00f3ria, com o intuito de perder calor para o ambiente. Observar os animais nos hor\u00e1rios mais quentes do dia tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de avaliar o conforto com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temperatura. Os animais mudam o comportamento devido ao estresse t\u00e9rmico. Podemos citar como exemplo dessas mudan\u00e7as a busca\/disputa por sombra e vento e o aumento da frequ\u00eancia respirat\u00f3ria com a presen\u00e7a de baba.<br \/>\nAnimal em estresse t\u00e9rmico: respira\u00e7\u00e3o ofegante, boca aberta e l\u00edngua para fora na tentativa de trocar calor com o ambiente. Em situa\u00e7\u00f5es como esta, se os animais est\u00e3o em galp\u00f5es onde haja ventiladores e aspersores, estes dever\u00e3o ser ligados. Caso n\u00e3o sejam animais de galp\u00f5es o fato de molhar bem os animais em estado mais cr\u00edtico pode ajudar no resfriamento.<\/p>\n<p class=\"MioloBigodeMiolo\">Foto Wagner Correa<\/p>\n<p class=\"MioloBigodeMiolo\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-4821\" src=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/2017_12-01.jpg\" alt=\"2017_12-01\" width=\"800\" height=\"533\" srcset=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/2017_12-01.jpg 800w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/2017_12-01-300x200.jpg 300w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/2017_12-01-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p><strong><em>Como identificar o animal com estresse t\u00e9rmico<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Algumas caracter\u00edsticas s\u00e3o observadas quando os animais est\u00e3o sofrendo com estresse cal\u00f3rico:<\/p>\n<p>&#8211; Diminui\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite de 10 a 20%.<\/p>\n<p>&#8211; Frequ\u00eancia respirat\u00f3ria acima de 80 movimentos por minuto em 70% dos animais do lote.<\/p>\n<p>&#8211; Temperatura retal maior que 39,2\u00baC em 70% dos animais do lote ou acima de 39\u00baC por mais de 16 horas seguidas.<\/p>\n<p>&#8211; Redu\u00e7\u00e3o de pelo menos 10 a 15% na ingest\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>&#8211; Aumento do consumo de \u00e1gua.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>IMPACTOS DO ESTRESSE CAL\u00d3RICO NA PECU\u00c1RIA DE LEITE<\/strong><\/p>\n<p>Os impactos do estresse cal\u00f3rico se relacionam \u00e0 redu\u00e7\u00e3o na efici\u00eancia produtiva e reprodutiva dos animais. Al\u00e9m disso, geram dist\u00farbios metab\u00f3licos e maiores chances do animal adoecer, devido \u00e0 menor efici\u00eancia do sistema de defesa.<br \/>\nUma das rea\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas mais imediatas ao estresse cal\u00f3rico \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o no consumo de alimentos, estrat\u00e9gia para diminuir o metabolismo basal e manter a temperatura constante. A redu\u00e7\u00e3o no consumo de alimentos \u00e9 tanto maior quanto mais intenso for o estresse. Autores citam que a 32\u00baC, o consumo alimentar de vacas Holandesas em lacta\u00e7\u00e3o tem queda de 20% e, a 40\u00baC, declina a zero. Consequentemente \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o na ingest\u00e3o de alimentos, ocorre redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o e nos constituintes do leite, acarretando preju\u00edzos aos produtores.<br \/>\nAlguns pesquisadores relatam que o maior volume de leite produzido por uma vaca acontece quando esta est\u00e1 deitada descansando. O estresse por calor, tamb\u00e9m afeta o tempo de descanso de vacas leiteiras. Nas horas mais quentes do dia, elas preferem ficar em p\u00e9 ao inv\u00e9s de se deitarem. Dessa forma, o tempo de descanso deitado \u00e9 menor quando n\u00e3o se proporciona espa\u00e7o de sombra e ventila\u00e7\u00e3o suficientes para os animais.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o aos danos \u00e0 efici\u00eancia reprodutiva, alguns autores citam que a dura\u00e7\u00e3o do cio de vacas leiteiras \u00e9 de aproximadamente 14 horas, podendo reduzir para 8 horas em per\u00edodos mais quentes, al\u00e9m de reduzir o n\u00famero de aceita\u00e7\u00e3o de montas, impactando na taxa de servi\u00e7o. O estresse cal\u00f3rico tem efeito negativo sobre a qualidade oocit\u00e1ria, reduzindo as taxas de fecunda\u00e7\u00e3o, viabilidade e desenvolvimento embrion\u00e1rio. Ocorre, ent\u00e3o, queda na taxa de prenhez.<\/p>\n<p><strong>POSS\u00cdVEIS PONTOS DE ATUA\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\nS\u00e3o implementadas duas estrat\u00e9gias diferentes para aumentar a produ\u00e7\u00e3o de bovinos de leite em condi\u00e7\u00f5es de clima quente. Uma delas \u00e9 o uso de ra\u00e7as bovinas geneticamente adaptadas, ou seja, escolher as ra\u00e7as de acordo com o tipo de sistema e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es ambientais do local. A segunda estrat\u00e9gia \u00e9 alterar o ambiente para reduzir a intensidade do estresse t\u00e9rmico e permitir que as vacas produzam de acordo com o potencial gen\u00e9tico m\u00e1ximo.<br \/>\nAlgumas medidas que podem ser realizadas no ambiente no intuito de diminuir o estresse do animal pelo calor s\u00e3o:<br \/>\n&#8211; Sombreamento adequado para os animais;<br \/>\n&#8211; Disponibilidade de \u00e1gua suficiente para os animais beberem, principalmente ap\u00f3s a ordenha e nas horas mais quentes do dia;<br \/>\n&#8211; Para animais confinados em Freestall, adequado sistema de resfriamento com ventiladores e aspersores, permanecendo ligados nas horas mais quentes do dia;<br \/>\n&#8211; Para animais que n\u00e3o est\u00e3o no Freestall, o fato de molhar bem os animais em estado mais cr\u00edtico pode ajudar no resfriamento;<br \/>\n&#8211; Reduzir dist\u00e2ncias de deslocamento do animal;<br \/>\n&#8211; Na sala de espera da ordenha \u00e9 um momento em que as vacas sofrem muito com o calor.<\/p>\n<p>Manter os animais o menor tempo poss\u00edvel na sala de espera, al\u00e9m de proporcionar aos animas uma instala\u00e7\u00e3o coberta, com ventiladores e aspersores, com um p\u00e9 direito mais alto, pode favorecer um melhor conforto.<br \/>\nNo ambiente, podemos utilizar sombras, sendo naturais ou artificiais, que forne\u00e7am uma \u00e1rea de pelo menos 3 a 5 m\u00b2 por animal, salientando-se que quanto maior a \u00e1rea destinada \u00e0 sombra, menores ser\u00e3o os riscos de acidentes e menor a forma\u00e7\u00e3o de barro. A sombra natural possui a vantagem de ser mais barata, mas como o crescimento das \u00e1rvores \u00e9 um processo lento, muitas vezes \u00e9 necess\u00e1rio lan\u00e7ar m\u00e3o do sombreamento artificial. Este pode ser conseguido com a utiliza\u00e7\u00e3o de sombrites, que s\u00e3o telas de fibra sint\u00e9tica e que devem fornecer de 60% a 80% de sombra.<br \/>\nA orienta\u00e7\u00e3o das \u00e1rvores ou da estrutura artificial deve ser planejada. Quando os animais est\u00e3o confinados a melhor orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 a leste\/oeste por proporcionar sombra o dia todo. Para os animais que n\u00e3o est\u00e3o confinados eles podem se movimentar a procura de sombra, devendo ent\u00e3o a estrutura ter orienta\u00e7\u00e3o norte\/sul, para que a sombra \u201ccaminhe\u201d ao longo do dia de oeste (per\u00edodo da manh\u00e3) para leste (per\u00edodo da tarde), reduzindo a forma\u00e7\u00e3o de lama. A utiliza\u00e7\u00e3o de rod\u00edzio das \u00e1reas de sombra, quando estiverem com muita lama, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria e pode ser realizada com o auxilio da cerca el\u00e9trica isolando as \u00e1reas mais criticas.<br \/>\nA utiliza\u00e7\u00e3o de ventiladores, aspersores e nebulizadores tamb\u00e9m pode ser planejada para galp\u00f5es de confinamento, currais de espera ou em \u00e1reas cobertas e apresenta grande efici\u00eancia na retirada de calor do animal e do ambiente.<br \/>\nOutro fato de extrema import\u00e2ncia \u00e9 a presen\u00e7a de cochos de \u00e1gua e comida na sombra ou pr\u00f3ximo, para que os animais n\u00e3o fiquem apenas na sombra e tenham seu consumo diminu\u00eddo. N\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio ter um bebedouro grande, mas este deve apresentar um fluxo cont\u00ednuo de \u00e1gua, uma vaz\u00e3o que o mantenha sempre cheio e ser mantido limpo.<br \/>\nComparada a um eficaz sistema de manejo do ambiente, a manipula\u00e7\u00e3o da dieta da vaca leiteira em estresse cal\u00f3rico ter\u00e1 efeito relativamente pequeno sobre a produtividade. O consumo de mat\u00e9ria seca come\u00e7a a reduzir quando a temperatura ambiente excede 25,5\u00baC. Uma estrat\u00e9gia para diminuir a queda no consumo de mat\u00e9ria seca \u00e9 aumentar o n\u00famero de fornecimento da dieta ao longo do dia. Al\u00e9m disso, limpar o cocho diariamente retirando sobras que possam fermentar e impactar ainda mais na queda do consumo do alimento.<br \/>\nOutras a\u00e7\u00f5es que podem ser realizadas \u00e9 manter a ordenha sempre nas horas mais frescas do dia, buscando minimizar os efeitos negativos do calor quando os animais estiverem aglomerados. E evitar a lida com os animais (vacina\u00e7\u00e3o, pesagem, insemina\u00e7\u00e3o, controle de parasitos, entre outros) nos momentos mais quentes do dia, pois o calor e aglomera\u00e7\u00e3o dos animais ir\u00e1 piorar o estresse t\u00e9rmico.<br \/>\nO efeito do estresse cal\u00f3rico no desempenho animal, provavelmente vai se tornar muito mais importante no futuro, caso a destrui\u00e7\u00e3o ambiental continue aumentando. Dessa forma o aquecimento global que j\u00e1 pode ser notado, tender\u00e1 a ter efeitos ainda maiores. Em se tratando de estresse cal\u00f3rico animal, deve ser promovido \u00e0 integra\u00e7\u00e3o entre t\u00e9cnicos, pesquisadores e produtores, na busca por alternativas vi\u00e1veis e adaptadas a cada realidade. A\u00e7\u00f5es que melhorem o conforto t\u00e9rmico do animal levam a transforma\u00e7\u00e3o do bem-estar em maior consumo de alimentos, que resultar\u00e1 em aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite e melhora na reprodu\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<em>Fonte: Rehagro<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Medidas para diminuir o estresse<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&#8211; Sombreamento adequado para os animais.<\/p>\n<p>&#8211; Disponibilidade de \u00e1gua suficiente para os animais beberem, principalmente ap\u00f3s a ordenha e nas horas mais quentes do dia.<\/p>\n<p>&#8211; Para animais confinados em Freestall, adequado sistema de resfriamento com ventiladores e aspersores, permanecendo ligados nas horas mais quentes do dia.<\/p>\n<p>&#8211; Para animais que n\u00e3o est\u00e3o no Freestall, o fato de molhar bem os animais em estado mais cr\u00edtico pode ajudar no resfriamento.<\/p>\n<p>&#8211; Reduzir dist\u00e2ncias de deslocamento do animal.<\/p>\n<p>&#8211; Na sala de espera da ordenha \u00e9 um momento em que as vacas sofrem muito com o calor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #800000;\"><strong>LEIA MAIS<\/strong><\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/2017\/12\/16\/raios-sua-propriedade-esta-preparada\/\">RAIOS: SUA PROPRIEDADE EST\u00c1 PREPARADA?<\/a><\/p>\n<p class=\"entry-title\"><a href=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/2018\/01\/19\/pesquisa-entre-a-relacao-do-estresse-termico-fertilidade-das-vacas\/\" target=\"_blank\">PESQUISA ENTRE A RELA\u00c7\u00c3O DO ESTRESSE T\u00c9RMICO &amp; FERTILIDADE DAS VACAS<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Altas temperaturas e elevada umidade do ar podem ocasionar s\u00e9rios problemas na fazenda<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4998,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[12],"tags":[],"class_list":["post-4820","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-saude"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4820","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4820"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4820\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4997,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4820\/revisions\/4997"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4998"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4820"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4820"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4820"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}