{"id":5139,"date":"2018-03-10T19:29:53","date_gmt":"2018-03-10T19:29:53","guid":{"rendered":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/?p=5139"},"modified":"2018-03-10T20:43:00","modified_gmt":"2018-03-10T20:43:00","slug":"associacao-contribui-com-pesquisa-na-ufvjm","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/artigo\/associacao-contribui-com-pesquisa-na-ufvjm\/2018\/03\/","title":{"rendered":"ASSOCIA\u00c7\u00c3O CONTRIBUI COM PESQUISA"},"content":{"rendered":"<p><em>Voc\u00ea sabia\u00a0como as esta\u00e7\u00f5es do ano podem interferir na contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas &#8211; CCS do leite de vacas Holandesas?<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><em>Vamos para o terceiro artigo da s\u00e9rie &#8220;CI\u00caNCIA&#8221;. Nessa edi\u00e7\u00e3o voc\u00ea ficar\u00e1 sabendo como as esta\u00e7\u00f5es do ano podem interferir na contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas &#8211; CCS do leite de vacas Holandesas no estado de Minas Gerais. A Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas de Minas Gerais contribuiu\u00a0com os pesquisadores\u00a0da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri. <\/em><em>O Diretor Executivo da ACGHMG e M\u00e9dico Veterin\u00e1rio, Dr. Diego Charles de Almeida Santos <\/em><em>foi coautor dos trabalhos. Acompanhe as edi\u00e7\u00f5es e fique por dentro das novidades!!!<\/em><\/p>\n<h2><strong>Influ\u00eancia das Esta\u00e7\u00f5es do Ano na Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas no Estado de Minas Gerais<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Jannilson Gon\u00e7alves Barroso, Juscilene Aparecida Silva Pacheco e Gabriela da Concei\u00e7\u00e3o Alves, Jo\u00e3o In\u00e1cio Gomes Vieira, Lu\u00eds Cl\u00e1udio Coelho Maciel<\/strong><br \/>\n<em>Graduandos em Zootecnia \u2013 UFVJM, Diamantina MG. Membros do N\u00facleo de Estudos em Pecu\u00e1ria Leiteira &#8211; Nepel.<\/em><\/p>\n<p><strong>Gabriel Machado Dallago<\/strong><br \/>\n<em>Zootecnista, mestrando em Zootecnia \u2013 UFVJM, Diamantina MG. Membro do N\u00facleo de Estudos em Pecu\u00e1ria Leiteira &#8211; Nepel.<\/em><\/p>\n<p><strong>Lucas Rabello Mour\u00e3o Barroso<\/strong><br \/>\n<em>Graduando em Agronomia \u2013 UFVJM, Diamantina MG. Membro do N\u00facleo de Estudos em Pecu\u00e1ria Leiteira \u2013 Nepel.<\/em><\/p>\n<p><strong>Diego Charles de Almeida Santos<\/strong><br \/>\n<em>Diretor Executivo da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas de Minas Gerais &#8211; ACGHMG.<\/em><\/p>\n<p><strong>Roseli Aparecida dos Santos<\/strong><br \/>\n<em>Docente do Departamento de Zootecnia \u2013 UFVJM, Diamantina MG. Orientadora do N\u00facleo de Estudos em Pecu\u00e1ria Leiteira &#8211; Nepel.<\/em><\/p>\n<p>RESUMO:\u00a0O presente trabalho teve como objetivo, avaliar a influ\u00eancia das esta\u00e7\u00f5es do ano na contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas &#8211; CCS do leite de vacas Holandesas no estado de Minas Gerais. Foram utilizados dados coletados no per\u00edodo compreendido entre 1992 e 2016 em 128 propriedades leiteiras do estado de Minas Gerais. Os dados foram fornecidos pela Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas de Minas Gerais &#8211; ACGHMG. O banco de dados fornecido continha a m\u00e9dia da contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas de um total de 81682 lacta\u00e7\u00f5es, com dura\u00e7\u00e3o de 305 dias, al\u00e9m do registro das datas dos partos. Uma terceira vari\u00e1vel categ\u00f3rica foi criada, indicando a esta\u00e7\u00e3o do ano na qual ocorreu o parto. As an\u00e1lises foram conduzidas seguindo um delineamento inteiramente casualizado, onde as esta\u00e7\u00f5es do ano foram consideradas os tratamentos e a vari\u00e1vel resposta foi \u00e0 contagem m\u00e9dia de c\u00e9lulas som\u00e1ticas. Os valores m\u00e9dios de CCS foram estatisticamente menores (P &lt; 0,05) n o inverno (per\u00edodo seco) do que nas demais esta\u00e7\u00f5es do ano, que por sua vez n\u00e3o diferiram estatisticamente (P &gt; 0,05), sugerindo que maiores cuidados devem ser tomados nas \u00e9pocas em que se tem a maior incid\u00eancia de chuvas.<\/p>\n<p>Palavras\u2013chave: CCS, leite, manejo, parto, qualidade, vaca Holandesa.<\/p>\n<p><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nO acompanhamento de todas as etapas de produ\u00e7\u00e3o do leite, desde a forma\u00e7\u00e3o do rebanho at\u00e9 a sua entrega na usina de beneficiamento, \u00e9 necess\u00e1rio para a obten\u00e7\u00e3o de um produto de qualidade e apropriado para o consumo, garantindo assim a seguran\u00e7a alimentar e a sua composi\u00e7\u00e3o nutricional (LIMA, 2004). Fatores como sanidade, alimenta\u00e7\u00e3o, per\u00edodo de lacta\u00e7\u00e3o, higiene na ordenha, armazenamento e esta\u00e7\u00f5es do ano s\u00e3o fatores que podem alterar a qualidade do leite.<br \/>\nA contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) do leite constitui um importante recurso para o monitoramento da qualidade e da sa\u00fade da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria nos rebanhos, pois o n\u00famero de c\u00e9lulas som\u00e1ticas aumenta em resposta \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o do \u00fabere, servindo ent\u00e3o como indicador da ocorr\u00eancia de mastite subcl\u00ednica e de poss\u00edveis perdas econ\u00f4micas decorrentes da enfermidade. As c\u00e9lulas som\u00e1ticas s\u00e3o naturalmente encontradas no leite bovino devido \u00e0 descama\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria. Por\u00e9m, em um animal sadio, a CCS \u00e9 baixa, tendo valores inferiores a 250.000 c\u00e9lulas\/mL de leite. Entretanto, a Instru\u00e7\u00e3o Normativa 62 (IN 62) do Minist\u00e9rio da Agricultura Pecu\u00e1ria e Abastecimento (BRASIL, 2011) considera valor de CCS dentro da normalidade at\u00e9 o n\u00famero de 400.000 c\u00e9lulas\/mL.<br \/>\nA CCS \u00e9 uma an\u00e1lise realizada em laborat\u00f3rio, de forma eletr\u00f4nica, que determina a contagem precisa de c\u00e9lulas som\u00e1ticas em amostras de leite, tanto individuais quanto de tanque. \u00c9 o m\u00e9todo mais eficaz de monitorar a sa\u00fade do \u00fabere e do rebanho como um todo. Al\u00e9m das infec\u00e7\u00f5es intramam\u00e1rias, o estresse t\u00e9rmico durante as esta\u00e7\u00f5es mais quentes do ano influencia negativamente a CCS. Diante disso, este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar a varia\u00e7\u00e3o na contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas no leite de vacas Holandesas no estado de Minas Gerais, ao longo do ano.<\/p>\n<p><strong>Material e M\u00e9todos<\/strong><br \/>\nOs dados usados no presente trabalho foram obtidos de um banco de dados pr\u00e9-existente, dessa forma n\u00e3o foi necess\u00e1ria a autoriza\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o de \u00c9tica no Uso de Animais (CEUA) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).<br \/>\nOs dados utilizados no presente trabalho foram coletados nos anos de 1992 a 2016, em 128 propriedades leiteiras localizadas no estado de Minas Gerais. Os dados foram fornecidos pela Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas de Minas Gerais (ACGHMG) e continha a m\u00e9dia de CCS de um total de 81.682 lacta\u00e7\u00f5es de animais da ra\u00e7a Holandesa, com dura\u00e7\u00e3o de 305 dias, al\u00e9m do registro da data do parto e, consequentemente, in\u00edcio das lacta\u00e7\u00f5es.<br \/>\nUma terceira vari\u00e1vel categ\u00f3rica indicando a esta\u00e7\u00e3o do ano na qual ocorreu o parto foi criada, no seguinte esquema: o inverno foi relacionado com a \u00e9poca seca (seca), a primavera foi considerada como a transi\u00e7\u00e3o do per\u00edodo seco para o per\u00edodo chuvoso (seca-\u00e1guas), o ver\u00e3o foi associado ao per\u00edodo chuvoso (\u00e1guas), e o outono, a transi\u00e7\u00e3o \u00e1guas-seca. As an\u00e1lises foram conduzidas seguindo um delineamento inteiramente casualizado, onde as esta\u00e7\u00f5es do ano foram consideradas os tratamentos e a vari\u00e1vel resposta foi a CCS, sendo realizadas no programa estat\u00edstico R, vers\u00e3o 3.4.1 (R CORE TEAM, 2017). Uma vez que o resultado do teste de Anderson-Darling indicou a n\u00e3o normalidade dos res\u00edduos e, portanto, a an\u00e1lise de vari\u00e2ncia pelo teste F n\u00e3o v\u00e1lida, prosseguiu-se a an\u00e1lise de vari\u00e2ncia por meio do teste de Kruskall-Wallis, utilizando a fun\u00e7\u00e3o kruskall.test do pacote stats, adotando 5% como n\u00edvel de signific\u00e2ncia. A compara\u00e7\u00e3o m\u00faltipla foi conduzida por meio do teste n\u00e3o-param\u00e9trico de Dunn, usando a fun\u00e7\u00e3o dunn Test do pacote FSA, aplicando a corre\u00e7\u00e3o de Bonferroni para o erro do tipo I e adotando 5% como n\u00edvel de signific\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Resultados e Discuss\u00e3o<\/strong><br \/>\nN\u00e3o houve diferen\u00e7a estatisticamente significativa entre as esta\u00e7\u00f5es primavera, ver\u00e3o e outono (P \u2265 0,05), quando foram registradas as maiores m\u00e9dias de CCS. Contudo, verificou-se diferen\u00e7a significativa (P &lt; 0,05) entre o inverno e as demais esta\u00e7\u00f5es do ano (Tabela 1). Os resultados demostram que durante o inverno (seca), a contagem m\u00e9dia de c\u00e9lulas som\u00e1ticas \u00e9 menor. Durante a primavera, o ver\u00e3o e o outono, a temperatura e a umidade relativa do ar s\u00e3o maiores, o que favorece o estresse t\u00e9rmico, deixando os animais mais suscept\u00edveis a infec\u00e7\u00f5es, favorecendo a incid\u00eancia de mastite nesta \u00e9poca do ano (SANTOS, 2001).<\/p>\n<p><strong>Tabela 1. Contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) m\u00e9dia, em 305 dias de lacta\u00e7\u00e3o, <\/strong><br \/>\n<strong>de acordo com a esta\u00e7\u00e3o do ano (\u00e9poca de ocorr\u00eancia do parto)<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-5140\" src=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/2018-03-01.jpg\" alt=\"2018 03 01\" width=\"669\" height=\"141\" srcset=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/2018-03-01.jpg 800w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/2018-03-01-300x63.jpg 300w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/2018-03-01-768x161.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 669px) 100vw, 669px\" \/><\/p>\n<p>Em geral, a produ\u00e7\u00e3o de leite tende a diminuir no inverno (per\u00edodo seco) devido \u00e0 escassez de forragem com boa qualidade, o que consequentemente, leva a um aumento na CCS. Por\u00e9m, a suplementa\u00e7\u00e3o alimentar, rotineiramente fornecida nessa \u00e9poca de seca, evita a queda na produ\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m, uma maior resposta imunol\u00f3gica dos animais aos agentes pat\u00f3genos. Al\u00e9m disso, \u00e9 recorrente o aumento na CCS da primavera at\u00e9 o outono, \u00e9poca de maior incid\u00eancia de chuvas, principalmente pelo aumento das sujidades aderidas ao animal, as quais dificultam a assepsia do \u00fabere e favorecem a contamina\u00e7\u00e3o da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria (FONSECA &amp; SANTOS, 2001).<br \/>\nA sanidade dos animais e procedimentos higi\u00eanicos no momento da ordenha s\u00e3o fatores imprescind\u00edveis para que as CCS do rebanho n\u00e3o se elevem e cheguem a pontos cr\u00edticos, os quais ir\u00e3o interferir na qualidade e quantidade de leite produzido. Assim, de acordo com os dados apresentados na Tabela 1, verifica-se que em todas as esta\u00e7\u00f5es do ano, no per\u00edodo compreendido entre 1992 e 2016, as m\u00e9dias para CCS foram abaixo de 400 mil c\u00e9lulas\/mL de leite, valor este considerado como padr\u00e3o para um leite de qualidade, de acordo com a IN 51 (BRASIL, 2002). Isto sugere que os rebanhos estudados apresentaram, em m\u00e9dia, bom manejo higi\u00eanico sanit\u00e1rio, o que garante, em parte, a qualidade do leite produzido e, posteriormente, comercializado.<\/p>\n<p><strong>Conclus\u00f5es<\/strong><br \/>\nDe 1992 a 2016, os valores m\u00e9dios para a CCS foram menores para as vacas que pariram no inverno (per\u00edodo seco) do que nas demais esta\u00e7\u00f5es do ano, em rebanhos da ra\u00e7a Holandesa no estado de Minas Gerais, sugerindo que maiores cuidados devem ser tomados nas \u00e9pocas em que se espera maior incid\u00eancia de chuvas.<\/p>\n<p><strong>Agradecimentos<\/strong><br \/>\nAssocia\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas de Minas Gerais (ACGHMG), N\u00facleo de Estudos em Pecu\u00e1ria Leiteira \u2013 NEPEL\/DZO\/UFVJM, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri \u2013 UFVJM e Departamento de Zootecnia \u2013 DZO\/UFVJM.<\/p>\n<p><strong>Literatura citada<\/strong><br \/>\nBRASIL. Instru\u00e7\u00e3o Normativa n. 51, de 18 de setembro de 2002. Regulamentos t\u00e9cnicos de produ\u00e7\u00e3o, identidade, qualidade, coleta e transporte de leite. Bras\u00edlia, DF: Minist\u00e9rio da Agricultura Pecu\u00e1ria e<\/p>\n<p>Abastecimento, Secretaria de Inspe\u00e7\u00e3o de Produto Animal, 2002, 39p.<\/p>\n<p>BRASIL. Instru\u00e7\u00e3o Normativa n. 62, de 29 de dezembro de 2011. Regulamento t\u00e9cnico de produ\u00e7\u00e3o, identidade e qualidade do leite tipo A, o regulamento t\u00e9cnico de identidade e qualidade de leite cru refrigerado, o regulamento t\u00e9cnico de identidade e qualidade de leite pasteurizado e o regulamento t\u00e9cnico da coleta de leite cru refrigerado e seu transporte a granel. Bras\u00edlia, DF: Minist\u00e9rio da Agricultura Pecu\u00e1ria e Abastecimento, Secretaria de Inspe\u00e7\u00e3o de Produto Animal, 2011, 24p.<\/p>\n<p>FONSECA, L.F.L.; SANTOS, M.V. Qualidade do leite e controle da mastite. S\u00e3o Paulo: Lemos, 2001. 175 p. LIMA, L. S.; Modelo de sistemas de gest\u00e3o da qualidade para propriedades rurais leiteiras. 2004. 142 p.<\/p>\n<p>Disserta\u00e7\u00e3o (Mestrado em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o), Centro de Ci\u00eancias Exatas e de Tecnologia, Universidade Federal de S\u00e3o Carlos, 2004.<\/p>\n<p>R CORE TEAM. R: A language and environment for statiscal computing. Vienna, Austria: R Foundation for Statiscal Computing, 2017.<\/p>\n<p>SANTOS, M. V. A esta\u00e7\u00e3o do ano e o estresse t\u00e9rmico influenciam a CCS dos rebanhos leiteiros ?: Hist\u00f3ria. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.milkpoint.com.br\/radar-tecnico\/qualidade-do-leite\/a-esta\u00e7ao-do-ano-e-o-estresse- termico-influenciam-a-ccs-dos-rebanhos-leiteiros-16198n.aspx&gt;. Acesso em: 25 set.2017.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia\u00a0como as esta\u00e7\u00f5es do ano podem interferir na contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas &#8211; CCS do leite de vacas Holandesas?<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5141,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-5139","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5139"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5139\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5174,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5139\/revisions\/5174"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5141"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}