{"id":5637,"date":"2018-08-14T12:40:54","date_gmt":"2018-08-14T12:40:54","guid":{"rendered":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/?p=5637"},"modified":"2018-08-14T17:17:25","modified_gmt":"2018-08-14T17:17:25","slug":"novidades-sobre-o-monitoramento-do-consumo-e-composicao-de-dieta-solida-por-bezerras-leiteiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/artigo\/novidades-sobre-o-monitoramento-do-consumo-e-composicao-de-dieta-solida-por-bezerras-leiteiras\/2018\/08\/","title":{"rendered":"DIETA S\u00d3LIDA PARA BEZERRAS"},"content":{"rendered":"<p><em>Animais mal preparados no desenvolvimento ruminal podem trazer preju\u00edzos<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-5638\" src=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/HO-08-89.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"756\" srcset=\"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/HO-08-89.jpg 800w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/HO-08-89-300x284.jpg 300w, https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/HO-08-89-768x726.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><\/p>\n<p>CARLA MARIS MACHADO BITTAR<br \/>\n<em>Professora do Depto. de Zootecnia, ESALQ\/USP<\/em><\/p>\n<p><em>Um dos grandes desafios dos produtores \u00e9 mensurar o consumo de concentrado pelos bezerros. Esta \u00e9 uma tarefa que demanda tempo e exige uma balan\u00e7a no bezerreiro. Por outro lado, esta \u00e9 uma informa\u00e7\u00e3o importante pois determina o momento adequado para o desaleitamento. Al\u00e9m disso, permite avaliar a qualidade do concentrado no que se refere a sua aceita\u00e7\u00e3o, que consequentemente afeta tamb\u00e9m o desempenho dos animais em aleitamento, assim como seus efeitos no per\u00edodo subsequente.<\/em><\/p>\n<p>Sabemos que animais mal preparados do ponto de vista de desenvolvimento ruminal ter\u00e3o menor desempenho ap\u00f3s o desaleitamento, muitas vezes resultando em perdas do investimento realizado quando se adota aleitamento intensivo. Muitos trabalhos trataram deste tema durante a \u00faltima reuni\u00e3o anual da American Dairy Science Association.<br \/>\nO trabalho de Liang e colaboradores da Texas Tech University, avaliou a rela\u00e7\u00e3o entre medidas do consumo de concentrado di\u00e1rias, duas ou tr\u00eas vezes na semana com o consumo semanal de concentrado. Dados de 180 bezerros em aleitamento de dois experimentos foram utilizados. Os animais foram aleitados com 700g\/d de suced\u00e2neo e tinham acesso livre ao concentrado inicial peletizado ou texturizado. Todos os animais foram desaleitados aos 56 dias de vida. O consumo foi medido diariamente e foram calculadas m\u00e9dias de consumo semanal para cada bezerro.<br \/>\nOs dados foram ent\u00e3o utilizados para as an\u00e1lises de regress\u00e3o de forma a se estimar o consumo semanal atrav\u00e9s de medidas de consumo di\u00e1rias, duas ou tr\u00eas vezes na semana. Os coeficientes de determina\u00e7\u00e3o foram de 0,923, 0,955 e 0,966 para medidas di\u00e1rias, duas ou tr\u00eas vezes na semana, respectivamente. Os dados indicam que medidas feitas uma vez por semana podem ser utilizadas para estimar o consumo semanal. Embora o trabalho mostre que esta medida tem alta correla\u00e7\u00e3o com o consumo semanal, sabemos que o consumo de concentrado \u00e9 bastante vari\u00e1vel e facilmente afetado por problemas de sa\u00fade do animal. Assim, a aplica\u00e7\u00e3o disso no campo deve ser feita com cautela.<br \/>\nEstudo da estimativa do consumo de concentrado tamb\u00e9m est\u00e1 sendo desenvolvido por Daley e colaboradores para compor as novas equa\u00e7\u00f5es de consumo do NRC. As equa\u00e7\u00f5es foram desenvolvidas e avaliadas usando dados individuais de estudos conduzidos na Universidade de Illinois (UI: 1973 observa\u00e7\u00f5es de 448 bezerros, PV inicial = 42 \u00b1 4,4 kg) e da Universidade de S\u00e3o Paulo\/ESALQ (USP: 3050 observa\u00e7\u00f5es de 527 bezerros, PV inicial = 37 \u00b1 5,4 kg).<br \/>\nCada conjunto de dados foi dividido em dois subconjuntos (60% para desenvolvimento, 40% para avalia\u00e7\u00e3o das equa\u00e7\u00f5es). Os animais da Universidade de Illinois receberam maior quantidade de suced\u00e2neo que os da Universidade de S\u00e3o Paulo (761 vs 574 g\/d). Os modelos mostraram melhor acur\u00e1cia ap\u00f3s 3 semanas de consumo de concentrado. O modelo da UI explicou em torno de 65% da varia\u00e7\u00e3o observada, com um vi\u00e9s de -86g\/d; enquanto o modelo da USP explicou 59% com um vi\u00e9s de -47g\/d. Os dois modelos fizeram predi\u00e7\u00e3o do consumo de concentrado de maneira acurada e podem servir como diretrizes para avalia\u00e7\u00e3o e estimativa do consumo de concentrado por bezerros leiteiros.<br \/>\nA menor predi\u00e7\u00e3o do modelo da USP se deve provavelmente a diferen\u00e7as na gen\u00e9tica, manejo e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas de animais criados no Brasil. A inclus\u00e3o de dados de animais criados em clima tropical e em diferentes sistemas de alojamento e manejo alimentar aumentar\u00e1 a acur\u00e1cia das estimativas feitas pela nova edi\u00e7\u00e3o do NRC e possibilitar\u00e1 a revis\u00e3o das exig\u00eancias em nutrientes de animais em aleitamento.<br \/>\nA equipe da Provimi, liderada por Jim Quigley, apresentou um trabalho muito interessante reavaliando as estimativas do conte\u00fado energ\u00e9tico de dietas s\u00f3lidas pelo NRC. No NRC de 2001 estas estimativas est\u00e3o baseadas em equa\u00e7\u00f5es que estimam a digestibilidade verdadeira de carboidratos n\u00e3o-fibrosos (CNF), prote\u00edna bruta (PB), \u00e1cidos graxos e FDN de cada componente da dieta. Os nutrientes digest\u00edveis totais (NDT) e a energia digest\u00edvel e metaboliz\u00e1vel (EM) s\u00e3o ent\u00e3o calculadas a partir destas fra\u00e7\u00f5es com corre\u00e7\u00f5es e ajustes necess\u00e1rios. Embora esta abordagem seja adequada para animais adultos, pode levar a erros quando calcula-se a EM de concentrados iniciais de bezerros.<br \/>\nA digest\u00e3o de nutrientes, particularmente de amido e FDN, \u00e9 baixa em bezerros jovens consumindo pequenas quantidades de concentrado e com o r\u00famen pouco desenvolvido. A digestibilidade no trato total (DTT) de FDA e FDN em bezerros consumindo mais que 0,8kg de concentrado \u00e9 50% menor que as estimativas em bezerros consumindo menos que esta quantidade de suced\u00e2neo at\u00e9 por volta de 12-13 semanas. Embora o consumo de concentrado aumente rapidamente ap\u00f3s o desaleitamento, a menor capacidade de digerir nutrientes do concentrado pode explicar as redu\u00e7\u00f5es nas taxas de crescimento logo ap\u00f3s o desaleitamento de animais em aleitamento intensivo.<br \/>\nO conte\u00fado em nutrientes dos concentrados tamb\u00e9m pode afetar a DTT. Bezerros que recebem concentrado texturizado com mais de 41% de amido tem menor digest\u00e3o de FDA e FDN na semana seguinte ao desaleitamento que animais que recebem concentrado peletizado com 10% de amido, provavelmente devido ao menor pH ruminal e redu\u00e7\u00e3o na digest\u00e3o de fibra. Os autores calcularam a EM do concentrado de bezerros de 0 a 16 semanas utilizando dados de DTT de tr\u00eas estudos. Os bezerros receberam diferentes volumes de suced\u00e2neo, al\u00e9m \u00e1gua e concentrado fornecidos \u00e0 vontade. A DTT do FDN, CNF e da mat\u00e9ria seca total do concentrado inicial aumentou com maior consumo de CNF.<br \/>\nA EM calculada em concentrados de bezerros aleitados com mais de 0,8kg\/d de suced\u00e2neo (maior consumo de concentrado) foi menor que aquela observada para animais que receberam &lt;0,8 kg\/d de suced\u00e2neo (maior consumo de concentrado). O consumo de CNF respondeu por 70% da varia\u00e7\u00e3o da EM calculada. A EM calculada foi menos que 75% daquela calculada pelo NRC quando bezerros consumiram 0,2 kg\/d de CNF e 98% quando bezerros consumiram 1kg\/d de CNF.<br \/>\nA capacidade do bezerro em extrair energia do concentrado se altera com a idade e com o desenvolvimento ruminal e depende do consumo de CNF. Programas alimentares que atrasam o consumo de CNF podem reduzir a EM dos concentrados, o que certamente afetar\u00e1 o desempenho de bezerros durante e ap\u00f3s o desaleitamento. Equa\u00e7\u00f5es utilizando o consumo de CNF podem aumentar a acur\u00e1cia das estimativas de EM no concentrados para bezerros.<br \/>\nA equipe da Provimi (Dennis et al., 2018) apresentou tamb\u00e9m um trabalho mostrando os efeitos da composi\u00e7\u00e3o do concentrado, usando combina\u00e7\u00f5es de processamento de milho e farelo de soja by-pass, no desempenho de bezerros leiteiros. Os pesquisadores compararam 4 concentrados:<\/p>\n<p><em>1) Milho inteiro (MI) com farelo de soja convencional (FS);<\/em><br \/>\n<em>2) MI com mistura de 55:45 de FS e SoyPass (SP);<\/em><br \/>\n<em>3) Milho floculado (MF) com FS;<\/em><br \/>\n<em>4) MF com mistura de FS e SP.<\/em><\/p>\n<p>Os concentrados foram texturizados e tinham a seguinte composi\u00e7\u00e3o: 35% de milho, 35% de peletes da fonte de prote\u00edna, 27% de aveia inteira e 3% de mela\u00e7o. Os concentrados foram formulados para terem as mesmas concentra\u00e7\u00f5es de prote\u00edna (20%), amido (44%) e FDN (17%). Os bezerros receberam 0,66 kg\/d de suced\u00e2neo (26% de PB, 18% gordura) at\u00e9 39 dias de idade e 0,33 kg\/d por mais tr\u00eas dias quando foram desaleitados. No per\u00edodo de aleitamento (0-42d) o maior aumento na largura de garupa foi observado para bezerros alimentados com MI+FS (3,2 vs. 2,8 cm; P &lt; 0,05). Ap\u00f3s o desaleitamento (d 43\u201356), o consumo do concentrado foi maior (2,08 vs. 1,95 kg\/d; P &lt; 0,05) para bezerros que receberam milho inteiro em compara\u00e7\u00e3o ao milho floculado.<br \/>\nProvavelmente devido as menores varia\u00e7\u00f5es no pH ruminal quando se fornece amido de menor taxa de degrada\u00e7\u00e3o. N\u00e3o foram observadas outras diferen\u00e7as no desempenho dos animais. No entanto, a digestibilidade do FDN foi menor para bezerros que receberam milho floculado tanto no per\u00edodo de aleitamento (33 vs. 48%) quanto ap\u00f3s o desaleitamento (46 vs. 51%; P &lt; 0,05).<br \/>\nComo esperado, as digestibilidades de mat\u00e9ria org\u00e2nia, PB e gordura foram maiores no aleitamento, enquanto as digestibilidades de FDN e FDA foram maiores ap\u00f3s o desaleitamento (P &lt; 0,05). Corroborando estudos anteriores, este estudo mostrou que o maior processamento de milho e o fornecimento de farelo de soja by-pass n\u00e3o melhoraram o desempenho ou a digestibilidade da dieta para bezerros com menos de 2 meses de idade.<br \/>\nPor outro lado, a associa\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os processados com diferentes sistemas de aleitamento podem afetar o desempenho dos animais. Van Niekerk e colaboradores avaliaram como o programa de aleitamento (convencional vs. intensivo) e a taxa de fermenta\u00e7\u00e3o ruminal de amido (alta vs. baixa) podem afetar o desempenho, a digestibilidade de nutrientes e os par\u00e2metros de fermenta\u00e7\u00e3o. Foram avaliadas 4 diferentes dietas oferecidas para 48 bezerros:<\/p>\n<p><em>1) Aleitamento convencional (0,749 kg\/d) e concentrado com milho inteiro (C-MI);<\/em><br \/>\n<em>2) Aleitamento convencional (0,749 kg\/d) e concentrado com milho floculado (C-MF);<\/em><br \/>\n<em>3) Aleitamento intensivo (1,498 kg\/d) e concentrado com milho inteiro (I-MI);<\/em><br \/>\n<em>4) Aleitamento intensivo (1,498 kg\/d) e concentrado com milho floculado (I-MF).<\/em><\/p>\n<p>Os bezerros foram desaleitados atrav\u00e9s da redu\u00e7\u00e3o para 50% do volume da dieta l\u00edquida fornecida a partir da semana 6. Os bezerros em aleitamento intensivo tiveram maior ganho de peso (P \u2264 0,001) que bezerros em aleitamento convencional durante as semanas 2, 3, 4 e 5; no entanto, na semana 7 o ganho de peso foi menor devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no volume de leite associada com o menor consumo de concentrado.<br \/>\nUma vez que o consumo de concentrado \u00e9 sempre inversamente relacionado com o volume de dieta l\u00edquida fornecida, a n\u00e3o ser que o desaleitamento seja muito bem realizado, espera-se redu\u00e7\u00e3o no desempenho no per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o. Os bezerros em aleitamento intensivo e recebendo milho floculado apresentaram maior ganho de peso di\u00e1rio (0,71 kg\/d) que bezerros em aleitamento convencional associado com milho floculado (0,47 kg\/d).<br \/>\nHouve uma intera\u00e7\u00e3o entre o sistema de aleitamento e o tipo de amido fornecido durante o per\u00edodo de aleitamento. A concentra\u00e7\u00e3o de propionato ruminal, um importante estimulador do desenvolvimento do r\u00famen, foi menor para bezerros alimentados de acordo com o plano I-MI comparados com aqueles em C-MI na semana 5 e C-MI e A-MF na semana 6.<br \/>\nAs concentra\u00e7\u00f5es de propionato s\u00e3o dependentes tanto da composi\u00e7\u00e3o do concentrado e da taxa de degrada\u00e7\u00e3o de amido, quanto do consumo de concentrado pelo animal. Durante as semanas 5 e 8, bezerros aleitados de forma convencional tiveram maior digestibilidade de FDA e FDN comparado com bezerros em aleitamento intensivo.<br \/>\nAs dietas n\u00e3o afetaram o amido fecal, mas bezerros no plano I-MI tiveram menor pH fecal na semana 8 quando comparados aos outros grupos. Os resultados deste trabalho mostram que o sistema de aleitamento e\/ou a taxa de degrada\u00e7\u00e3o de amido podem afetar o ganho de peso di\u00e1rio, a digestibilidade da fibra e par\u00e2metros ruminais assim, como o pH fecal.<\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas<\/strong><br \/>\n(Abstracts of the 2018 American Dairy Science Association\u00ae Annual Meeting June 24\u201327, 2018 Knoxville, Tennessee).<\/p>\n<p>Daley, V.L.; Drackley, J.K.; Bittar, C.M.M.; Tedeschi, L.O.; Morrison, S.Y.; LaPierre, P.A.; Hanigan, M.D. Estimation of starter intake in young dairy calves during the preweaning phase, National Animal Nutrition Program (NANP), Lexington, KY, University of Illinois, Urbana, IL, University of S\u00e3o Paulo (ESALQ\/USP), Piracicaba, S\u00e3o Paulo, Brazil, Texas A&amp;M University, College Station, TX, Virginia Tech, Blacksburg, VA.<\/p>\n<p>Dennis, T. S.; Suarez-Mena, F. X.; Hill, T. M.; Quigley, J. D.; Hu, W.; Schlotterbeck, R. L. Effects of corn processing and bypass soybean meal in calf starter on growth and digestibility in young dairy calves., Provimi, Brookville, OH.<\/p>\n<p>Liang Y.; Davis, E.; Batchelder, T.; Ballou, M. Predicting weekly calf starter intake by measuring calf starter intake once, twice, or three times a week. Texas Tech University, Lubbock, TX.<\/p>\n<p>Quigley, J. D.; Hill, T. M.; Knapp, J. R.; Suarez-Mena, X.; Dennis, T. S.; Hu, W. Re-evaluation of NRC energy estimates in calf feeds. Provimi, Brookville, OH.<\/p>\n<p>Van Niekerk, J. K. ; Fischer, A. J.; Deikun, L. L.; Quigley, J. D.; Hill, T. M.; Schlotterbeck, R. L.; Steele, M. A. Can processing corn influence growth performance, nutrient digestibility and ruminal and hindgut fermentation in calves fed low or high plane of milk replacer? Department of Agricultural, Food and Nutritional Science, University of Alberta, Edmonton, AB, Canada, Provimi, Brookville, OH.<br \/>\n<em>Fonte: Milkpoint<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Animais mal preparados no desenvolvimento ruminal podem trazer preju\u00edzos<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5638,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3,7],"tags":[],"class_list":["post-5637","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5637","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5637"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5637\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5735,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5637\/revisions\/5735"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5638"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5637"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5637"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gadoholandes.com\/jornal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5637"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}